domingo, 31 de agosto de 2014

Criativos outdoors com aplique

A criação de outdoor com ‘aplique’, ou ‘faca’, é um diferencial que proporciona o primeiro estágio do processo AIDA (Atenção – Interesse – Desejo – Ação) na publicidade. O estágio da atenção diz respeito ao modelo cognitivo, ou a exposição a informaçao que envolve a memorização e percepção da marca (awareness). Segundo Peirce, a primeira impressão é a qualidade da consciência imediata, que o autor descreveu como “Primeiridade”. Essa compreensão inicial tem muita predisposição ao que pode vir a acontecer, no caso, o objetivo proposto no material de comunicação (publicidade).


Abaixo segue uma sequência de interessantes criações para outdoor, com aplique. O aplique foge do senso comum e cria maior visibilidade para essa mídia impressa.



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Roupas Ao Vento

Moda, arte, arquitetura… às vezes os limites entre eles se confundem. Alguns até consideram a moda uma forma de expressão artística mas, sem entrar em discussões delicadas, que tal arte usando roupa?

A ideia é da artista finlandesa Kaarina Kaikkonen que usa roupas de segunda mão nas suas instalações que lembram vários varais de roupas. Quando alinhados, o efeito é bem interessante.

Inicialmente ela usou jaquetas masculinas, camisas e gravatas. Nas criações mais recentes Kaikkonen usa roupas femininas.

As enormes instalações interferem nas paisagens de prédios, ruas, casas de campo e em todos os lugares onde a criatividade mandar ao redor do Planeta. Suas criações que começaram nos anos 80, já rodaram o mundo em ambientes externos e também em galerias de arte.


terça-feira, 26 de agosto de 2014

Novos prédios aproveitam fosso do elevador para expor arte

Em lugar do espelho no fundo da cabine, os moradores se deparam com grafites assinados por alguns dos melhores artistas da cidade.

A expressão “música de elevador” carrega a sensação de confinamento. A ideia de passar minutos preso naquele cubículo com um vizinho além do tempo da conversa sobre o tempo amedronta qualquer um. Alguns prédios paulistanos estão tentando mudar o conceito ao trazer arte de rua para dentro do elevador – ou para o lado de fora. Os antigos espelhos deram lugar à transparência nas cabines, permitindo que o morador veja grafites de artistas como Crânio, Lia Fenix, Tinho e AKN pintados nas paredes que o rodeiam.

“Acho que isso quebra a ideia que elevador é uma coisa chata. Quebra o gelo nas pessoas”, afirma o grafiteiro Crânio, responsável por dois murais nos condomínios MaxHaus Panamby e no MaxHaus Miguel Yunes. “Você está lá para apreciar arte”. Para Luana Rizzi, diretora de marketing da incorporadora, o espaço do elevador já seria “underground”, portanto “perfeito para o grafite”. Para dar visibilidade aos desenhos, a empresa pediu que a Atlas desenvolvesse um elevador com fundo de vidro e iluminação para a parte externa. A revista Zupi foi chamada para selecionar os artistas que participariam das ações.

Segundo o grafiteiro Crânio, o trabalho no fosso é muito semelhante ao que ele desenvolve nas ruas, mas de execução mais fácil, já que ele trabalha em cima da cabine e consegue controlar manualmente a descida ou subida – como um andaime cheio de recursos. O desafio foi trabalhar na composição da obra, que tem 80 metros de comprimento. A inspiração surgiu do próprio edifício. “Eu pensei em como o prédio é um lugar em que as pessoas vivem umas em cima das outras, pensei no empilhamento”, disse.

A marca pretende incorporar permanentemente a ação de fossos decorados em seus novos empreendimentos. A má notícia é que apenas moradores e convidados poderão apreciar as obras. Aqui você vê uma série de fotos panorâmicas que permitem “espiar” a obra completa de Crânio no condomínio do Panamby.


Clique nas imagens para ver maior.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

As pinturas em disquetes velhos de Nick Gentry

Nick Gentry é um artista inglês que produz suas pinturas em um material inusitado. Em vez de usar papel ou tela, ele pinta em velhos disquetes 3 1/4. Pintando retratos, ele geralmente usa o círculo metálico que existe em um dos lados do disquete para compor a região dos olhos, enquanto todo o resto é formado por disquetes virados para o outro lado, o lado em que ou escrevíamos com canetinha (grossa, com ponta macia, pra não danificar o disco) ou colávamos etiquetas. Quem é um pouco mais velho, deve se lembrar das velhas etiquetas, frequentemente rabiscadas porque mudávamos o conteúdo dos disquetes.

Para conseguir matéria-prima, Gentry aceita doações de velhos disquetes. Ele acredita que o seu processo, envolvendo um doador de velhos disquetes, a sua criação e por último a apreciação do seu trabalho por um observador, torna todos os envolvidos no processo mais próximos. Segundo o próprio, sua arte discute temas como consumismo, tecnologia e cyber-cultura na sociedade, com foco em mídias obsoletas (em alguns de seus trabalhos, Gentry também usa fitas cassete).

O resultado final são pinturas que ora parecem mosaicos, ora parecem apenas reciclagem de velhas telas. Vejam algumas das pinturas em disquetes velhos de Nick Gentry:


domingo, 24 de agosto de 2014

Era uma vez, uma caixa de papelão...



O escultor inglês retrabalha caixas de papelão e constrói réplicas incrivelmente detalhadas de objetos que variam de uma xícara de chá a um carro em tamanho natural. Usando, além do papelão, algumas ferramentas de corte e cola, o trabalho do cara é realmente de cair o queixo, deixando dúvidas se algumas esculturas são realmente feitas apenas com o material.

Todas as obras do artista, desde 2003, estão encaixotadas com muito cuidado no: Chrisgilmour.com

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O Pen Drive Mais Caro já Fabricado



Uma joalheria suíça chamada Shawish parece estar realmente disposta a chamar atenção, a joalheria ficou conhecida mundialmente, ao desenvolver recentemente o primeiro anel do mundo feito 100% de diamante que custa “mízeros” 43 milhões de libras (aproximadamente 124 milhões de reais!)

Não satisfeitos, agora a joalheria desenvolveu o que segundo a empresa é atualmente o pen drive mais caro já fabricado. O pen drive possui formato de cogumelo e faz parte de uma luxuosa coleção de pen drives chamados de “Magic Mushroom USB Keys”.

Foram desenvolvidos três modelos para a coleção, o primeiro e mais baratinho confeccionado com ouro vermelho, diamantes brancos e pedras de safira cor-de-rosa custa à bagatela de US$ 16,500, um segundo composto por ouro amarelo, diamantes brancos e pedras de rubi, que custa US$ 24,400, e o mais caro de todos composto por ouro branco, esmeraldas e diamantes brancos custa US$ 36,900. Todos os modelos possuem 32 GB de espaço para armazenar arquivos e as pedras de diamantes são de 9,18 quilates, as de Rubi e Safira de 11,34 quilates cada.