terça-feira, 31 de março de 2015

Desenhos de cartunista interagem com objetos reais

O Cartunista Manik n Ratan, de Bangladesh, criou uma série de divertidos personagens que interagem com objetos da vida real em suas ilustrações. Os desenhos monocromáticos têm como única fonte de cor os objetos, que se encaixam perfeitamente nas cenas retratadas. Em alguns casos, a ilustração parece saltar do papel.

Entre os personagens, estão dinossauros, monstros e astronautas. Se você gostou do trabalho dele, pode começar a segui-lo no Instagram, onde ele compartilha as imagens.

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domingo, 29 de março de 2015

Artista brasileiro transforma Pássaros em notas musicais e toca a música deles


O artista brasileiro Jarbas Agnelli, observando uma fotografia de pássaros pousados em fios elétricos, percebeu que eles pareciam um pouco com notas musicais.

Então ele resolveu tocar a disposição dos pássaros no objetivo de descobrir qual era a melodia que sairia daquilo.


O resultado é fascinante.

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sexta-feira, 27 de março de 2015

Austríaco cria obras com objetos de rotina


Artista extrai poesia de portas, lâmpadas, fios...

A tomada presa à parede impede que a porta tombe no salão. Um solitário fio ali plugado, em um ato improvável, atravessa o pedaço rígido de madeira para encontrar a lâmpada do outro lado, mantendo não só o conjunto equilibrado, mas também o bulbo aceso. De um lado a força, do outro, a função; e, no fim do embate algo surreal, resta apenas a pureza dos materiais. E são eles, apenas eles, quem guiam o trabalho de Valetin Ruhry.

O austríaco rechaça o apuro estético na hora da criação, em prol dos elementos cotidianos e industriais que ocupam seu ateliê. Não há necessidade de dobrar, polir ou pintar se não for preciso fazê-lo, como comprova a individual False Universalisms, esteve em cartaz até 14 de setembro de 2012 na Christine König Galerie, em Viena.

Na mostra, Ruhry debateu a rotina ao dar espaço ao lúdico quando uma tomada se pluga na outra, desenhando um círculo virtuoso, embora inútil, ou quando mais de 500 interruptores laranjas viram chaves que “ligam e desligam” mensagens de um painel eletrônico. O autor se apropria da cor e do movimento também. Só que não são usados para esconder a crueza das peças, mas para revelar o processo crítico de sua obra.

A organização da mostra, por exemplo, traçou um debate interessante e delicado sobre o mundo intelectual. Universalismo tende a generalizar uma ideia, criar uma única vertente de pensamento, mas, quando é grafado no plural, ele perde sua identidade e cria várias linhas de atuação – e, por que não, muitas mentiras – por um sonho impossível.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Brasil homenageou Bordallo Pinheiro


Corria o distante ano de 1884 em Portugal, quando o artista lusitano Rafael Bordallo Pinheiro teve a ideia de iniciar a Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha. Seu objetivo era revitalizar as artes tradicionais da cerâmica, cruzando-as com diversos estilos, ditos então, modernos. Assim, nasciam peças que se tornariam icônicas em sua pátria pela criatividade e pelo humor, além de serem marcadas pela consciência social e pela transgressão das ideias feitas. A fábrica, hoje renomeada para Bordallo Pinheiro, tornou-se uma referência no universo da arte.

Do outro lado do oceano, em terras brasileiras, uma mostra buscou estreitar os laços de aquém e além-mar, homenageando este mestre. Foi a BB – Bordallianos do Brasil, que chegou a São Paulo em Agosto de 2013.

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A exposição, com 20 obras individuais de artistas nacionais, esteve montada na Firma Casa.

As releituras do legado de Bordallo foram criadas depois de uma temporada de imersão. Para melhor se conectarem ao tema e entenderem as técnicas por trás das peças, os artistas residiram durante vinte dias na fábrica, em Caldas da Rainha. Cada obra tem apenas 250 reproduções numeradas.

Chicô Gouvea é quem fez a curadoria dos trabalhos desenvolvidas por Vik Muniz, Tunga, Regina Silveira, Maria Lynch, Isabela Capeto, Adriana Barreto, Barrão, Caetano de Almeida, Efrain de Almeida, Estela Sokol, Erika Versutti, Fábio Carvalho, Frida Baranek, Laerte Ramos, Marcos Chaves, Martha Medeiros, Saint Clair Cemin, Sérgio Romagnolo, Tiago Carneiro da Cunha e Tonico Auad.


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Outras peças integraram a mostra. A coleção 7 Bordallianos, composta por criações de Bela Silva, Catarina Pestana, Elsa Rebelo, Fernando Brízio, Joana Vasconcelos, Suzanne Henrique Cayatte, Suzanne Themlitz – todos estes artistas portugueses.

“Rafael Bordallo Pinheiro tinha uma ligação ímpar com o Brasil, onde viveu vários anos antes de criar sua fábrica. Sentimos, ao lançar o convite para estes 20 artistas brasileiros, que este seria, indiscutivelmente, um projeto com o qual Rafael se identificaria, uma vez que a admiração do fundador ao Brasil era muito forte”, explica Nuno Barra, diretor de marketing da fábrica, que hoje pertence ao Grupo Vista Alegre Atlantis.

Entre as obras já conhecidas de Rafael Bordallo Pinheiro, destaca-se a Jarra de Beethoven, imponente peça de 2,6 metros de altura, oferecida, em 1899, ao então presidente do Brasil, Marechal Deodoro da Fonseca, e hoje exposta no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

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segunda-feira, 23 de março de 2015

Um mergulho na cultura islandesa


Designer Brynjar Sigurðarson resgata arte local


Originário de Reykjavik, capital da Islândia, o designer Brynjar Sigurðarson, que sempre viveu em meio a agitação da cidade, tinha o desejo de conhecer o interior de seu país, a fim de mergulhar nas raízes culturais e desvendar a rica natureza local. Em uma viagem por Vopnafjörður, cidade ao noroeste da Islândia repleta de rios e especializada na pesca de salmão, ele realizou o que tanto almejava e, como um bom artista, trouxe de lá técnicas e inspirações para conceber a coleção de móveis The Silent Village. Todas as peças, feitas de madeira, receberam interferências produzidas à mão pelo próprio designer.

A viagem de Brynjar contou com um toque do destino, que colocou em seu caminho um pescador de tubarões experiente, Hreinn, que lhe ensinou um pouco da arte que conhecia. O senhor de 70 anos mostrou a ele uma técnica especial de tecer fios para redes de pesca, utilizando agulhas e nylon, como matéria-prima. “Quando descobri esse método me senti realmente conectado a um ofício islandês que estava praticamente escondido”, conta Brynjar. Nessa primeira fase ele ainda não fazia ideia de que transformaria o aprendizado em uma coleção. “Naquele momento, quando comecei a aprender, realmente vi ali uma grande variedade estética que poderia ser aproveitada de alguma forma”.

O designer conseguiu então levar esse arte específica da região de Vopnafjörður para o seu ambiente, tranformando-a em um mobiliário que foge da estética comum. Além do resgate de algo tão singular dessa cultura os itens da The Silent Village foram feitos para perpetuar a história da Islândia. Por isso foram realizados com materias duráveis como madeiras nobres e cordas resistentes. A viagem que Brynjar realizou fez parte de seu projeto de graduação em design de produtos e o que aprendeu durante a estadia de um mês foi transformado em sua tese de mestrado, onde ele defende como os designers podem aprender com outras experiências ao se inserirem em diversas culturas.


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sábado, 21 de março de 2015

A segunda vida das árvores


O Instituto Tomie Ohtake expôs no dia 7 de agosto de 2013 a mostra Hugo França – Casulos. Nela, o autor exibiu sua mais recente série, produzida naqueles últimos três anos. Trata-se de três “casulos” do designer brasileiro, inéditos, esculpidos a partir de grandes raízes e troncos de madeira, pesando mais de um tonelada cada um.

Nascido em Porto Alegre em 1954, França faz uso de restos de árvores queimadas, ou castigadas pelo tempo, para criar esculturas e móveis como mesas, bancos, cadeiras e espreguiçadeiras. As peças à mostra seguem a linha conceitual de toda a sua obra – elas propõem uma imersão do homem na natureza. Para permitir tal experiência sensorial, o visitante da mostra poderá interagir com as peças, sentindo a textura e a forma acolhedora das antigas árvores e raízes.

Por meio da apreciação e respeito à natureza, o trabalho de França já viajou o mundo. O designer tem no currículo a criação de bancos e brinquedos para o Parque Ibirapuera, em São Paulo, e projetos semelhantes para outros locais, como a École des Beaux-Arts de Saint-Étienne, na França. O brasileiro também foi convidado para fazer o mesmo em praças públicas da cidade de Nova York.

Junto às esculturas, Hugo França – Casulo sapresentou também um ensaio do renomado fotógrafo Andrés Otero, feito no sul da Bahia, a mesma região de onde vêm as árvores usadas no trabalho de França.

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Do fundo do mar para o décor da casa


Uma seleção de peças que tem os peixes como tema

Escamas, nadadeiras, cores em profusão... Os peixes saem do mar e invadem a residência para animar o décor. O tema náutico pode surgir em bandejas e azulejos, ditar o tom de luminárias lúdicas ou aparecer até em mesas e poltronas, tomando conta não só da casa de praia, mas também da decoração de moradas urbanas.

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terça-feira, 17 de março de 2015

Para a Holanda com amor

Tefaf expôs obras raras e milionárias

São cerca de 100 mil flores. 70 mil visitantes. 800 jornalistas. 200 vôos em jatos particulares. 260 galerias de arte e design que garimpam obras datadas desde cerca de 4 mil anos a.C. até peças de 2013. 

“Participo de muitas feiras pelo mundo [Basel, Frieze e Bienal de Antiquidades] e posso te dizer que a Tefaf é a mais bonita e importante de todas”, explica Robert Landau, que venderá algumas das mais caras obras da feira. Entre elas, está Bride and Groom de Amedeo Modigliani, que ele comprou no MoMA 12 anos atrás. Silke Thomas, da Galerie Thomas, parece concordar. “Também participamos da Basel, na Suíça, e é bastante diferente. Os colecionadores que freqüentam a Tefaf são mais sofisticados e cultos. Por isso, fica mais fácil dialogar e trocar informações”, explica, depois de mostrar obras de seus queridos Edvard Munch e Franz Marc que valem 2,5 e 9 milhões de euros, respectivamente.

A palavra de ordem é excelência (não à toa, experts de museus de todo o mundo recorrem à feira dois dias antes para conferir a autenticidade e classificação das obras), mas o estilo... tem para todos. Sendo assim, apesar de ser conhecida pelas antiguidades e obras de grandes mestres, a feira cede espaço também para galerias dedicadas ao design, arte moderna e contemporânea. Por isso, não se espante ao esbarrar em Van Goghs, Picassos, Renoirs e Rodins, entre outros, segundos depois de avistar poltronas e luminárias de Poul Henningsen, Poul Kjaerholm e Finn Juhl. Atenção: no corredor seguinte é possível comprar uma peça inédita de Damien Hirst, uma série de desenhos recém descobertos de Andy Warhol ou uma escultura de um artista nigeriano que despontou na última Bienal de Veneza. “Muitos colecionadores de old masters estão começando a se interessar por arte contemporânea, mas ainda compram os mais conhecidos como Damien Hirst e Jeff Koons”, explica Raffaello Tomasso, que é amigo de infância de Hirst e levou três obras do artista para seu estande.

Moulin de la Galette, de Vicent van Gogh, marcou sua transição das cenas sombrias da vida rural na Holanda para a produção de paisagens pós-impressionistas com cores vivas. Esta obra pertenceu ao milionário americano Ian Fleming, que serviu de inspiração para a construção do personagem vilão Goldfinger da série James Bond
Le Champs Élysées , de Jean-François Raffaëlli
Lucretia, de Lucas Cranach the Younger
Masquerade Nurse, de Richard Prince
Pa & Ma, do coreano Yi Hwan-Kwon

domingo, 15 de março de 2015

Formas orgânicas inspiram luminária


Designer espanhol cria para Normic Tales

A fonte de inspiração para os designers pode vir dos lugares mais inesperados; seja em um passeio ou mesmo no local de trabalho, tudo que é novo é passível de causar um impacto criativo e levar a fabricação de belas peças. Isso aconteceu com o designer e arquiteto espanhol Jordi Lopez Aguilo, que viu um objeto cilíndrico com corte curvo e, após algum tempo pensando em como aquilo poderia ser transformado em um objeto, conseguiu chegar à Collar Lamp. A luminária de mesa, feita para marca Nordic Tales, tem uma forma orgânica, com curvas e traços que deixaram a peça moderna e elegante.

Durante o seu desenvolvimento Jordi Lopez Aguilo optou por dividi-la em três partes. Assim ela recebeu uma base de carvalho feita artesanalmente, uma lâmpada de LED e uma tela de aço. O resultado criado pela reflexão da luz no corpo da peça cria um efeito difuso. Mas o diferencial da Collar Lamp, é a tela rotativa, que pode ser virada em 180º, o que permite que a luz seja orientada e controlada de acordo com a intensidade desejada, seja para leitura ou como luz ambiente. “Procurei projetar algo que atendesse diversas necessidades do comprador”, conta Aguilo.

O designer espanhol, que trabalha de forma independente em seu próprio estúdio, o Kutark, conheceu a empresa Nordic Tales durante o evento destinado a descobrir novos talentos do design, o Blickfang. Ali a forma eclética de pensar de Aguilo chamou atenção da marca, que tem como objetivo transformar pequenas ideias em grandes oportunidades através do incentivo a novos profissionais da área.

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sexta-feira, 13 de março de 2015

Sala de jantar minimalista

Morada dinamarquesa tem perfume moderno

O arquiteto dinamarquês Knud Andersen assina o projeto desta casa em Copenhague, que tem um décor minimalista e extremamente moderno. Na sala de jantar, um tapete listrado em tons de lilás e roxo é a grande estrela do ambiente, conferindo cor ao piso de madeira. A mesa foi amparada por cadeiras criadas pelo designer Hans J. Wegner e por uma Plastic Chair, do casal Eames. Os pendentes com cúpulas prateadas ajudam a modernizar o visual do espaço. Já nas paredes brancas foram expostas muitas fotografias em P&B, que trazem um toque de arte contemporânea ao lugar.

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quarta-feira, 11 de março de 2015

Lançamentos de acessórios da COOPH para fotógrafos


A COOPH lançou uma linha de roupas e acessórios muito bacanas para fotógrafos. São itens super criativos que você pode usar para guardar alguns acessórios ou até a sua câmera. Uma luva que deixa a sua mão com firmeza total para o manuseio da câmera, um gorro com bolso para guardar a tampa da sua lente, uma camisa com lenço para limpar sua lente e até uma jaqueta que dá para ser usada de “bolsa” para sua câmera.

Uma pena que eles não entregam aqui no Brasil, pois acho que faria o maior sucesso. Eu pelo menos iria adorar ter uma dessas camisetas super lindas. Se você for viajar para fora por esses tempos, com certeza é um ótimo presente de Natal, ou para você mesmo. Então aproveite!

Confira o vídeo que eles fizeram para lançar os produtos e já mostrar como eles funcionam. Acesse a loja online por aqui.

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