quinta-feira, 30 de abril de 2015

Graffiti de Lixo


Esqueça tudo o que você sabe sobre graffiti, conheça a incrível arte de Bordallo II.

Usando uma base de madeira, o cara faz uma serie de colagens com vários objetos vindos do lixo. Segundo o artista, seu trabalho não deve ser visto apenas como uma forma de reciclagem, mas também como uma crítica ao mundo em que vivemos, onde muitas vezes as coisas mais bonitas são vistas superficialmente, sem nos darmos conta de que elas podem ter em sua base apenas lixo.


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Fique de cara com todos os trampos de Bordallo no: Bordalosegundo.com

terça-feira, 28 de abril de 2015

Crítica Ilustrada


Um olhar crítico e singular a respeito da sociedade. Esse é o trabalho de John Holcroft.

O ilustrador inglês, com uma boa dose de humor, retrata suas interpretações imaginativas da vida cotidiana. Nada escapa de Holcroft, redes sociais, amor, dinheiro e etc., são apenas alguns dos temas abordados pelo cara, que já teve trabalhos publicados pela BBC, Financial Times e The Guardian.

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Embarque nessa viagem de críticas e ilustrações acessando o: Johnholcroft.com

domingo, 26 de abril de 2015

Alemães desenvolvem um projeto revolucionário de elevadores sem cabos


A empresa ThyssenKrupp apresentou no ano passado, em Essen, Alemanha, a nova tecnologia de elevadores Multi, aparentemente um marco revolucionário na indústria e que vai mudar a maneira como as pessoas se movem nos edifícios. 

Atualmente, a maioria dos elevadores utiliza sistemas de eixos verticais, com apenas uma cabine por poço, o que representa uma grande limitação para a indústria da construção civil. O sistema convencional de elevadores também restringe a capacidade de locomoção das pessoas e ocupa espaço excessivo nas construções.

O primeiro passo da companhia para resolver essas questões aconteceu em 2002, com o lançamento do sistema de elevadores Twin, que oferece duas cabinas por poço e aumenta a capacidade de transporte, além de possibilitar a redução do uso de áreas construídas em até 30%. Agora ela está lançando a tecnologia Multi, que permite a incorporação de até 16 cabinas de elevador por poço, rodando em loop — movimento único circular.



Cabines verticais e horizontais

A ThyssenKrupp desenvolveu um sistema de motores lineares nas cabinas, transformando os elevadores convencionais em sistemas verticais semelhantes ao do metrô. A tecnologia aumenta a capacidade e a eficiência de transporte, reduzindo a ocupação de área útil e o consumo de energia nos edifícios.

Também permite o deslocamento de várias cabines nos sentidos vertical e horizontal num mesmo poço, o que possibilitará projetos arquitetônicos com alturas, formas e objetivos nunca antes imaginados. Ou seja, o projeto não ficará mais limitado pela altura ou alinhamento do poço do elevador, abrindo novas possibilidades aos arquitetos.

A análise dos sistemas convencionais de elevadores pode ser comparada ao uso de uma linha ferroviária entre duas cidades, operando com um único trem, ou seja, um grande desperdício de recursos. Ao combinar tecnologia de ponta com o conceito de operação simplificado e conveniência para o uso de passageiros, o sistema Multi da ThyssenKrupp vai transformar em realidade a ideia de se ter um número flexível de cabinas por eixo.

Em breve a primeira amostra

"A nova torre para testes que estamos construindo em Rottweil, na Alemanha, oferece o ambiente perfeito para testes e certificação deste produto inovador no mercado. A entrega da torre está programada para o final de 2016 e, até lá, já devemos ter um protótipo do sistema Multi funcionando", disse Andreas Schierenbeck, CEO da ThyssenKrupp Elevadores.

Schierenbeck também menciona os dados de uma pesquisa realizada por estudantes da Universidade de Columbia, em 2010, com executivos de Nova York. O estudo revelou que eles passam até 16,6 anos de suas vidas esperando por elevadores e 5,9 anos dentro de elevadores. “Estes dados provam o quanto é imperativo aumentar a disponibilidade dos mesmos”, destacou o executivo.

Funcionamento

Operando com a premissa básica de um sistema circular contínuo, o sistema Multi usa tecnologia de motores lineares e um movimento único circular (loop) que pode incorporar até 16 cabines (oito em cada lado).

Com uma velocidade-alvo de 5 metros por segundo, o sistema permitirá um acesso a uma cabina de elevador em cada 15 a 30 segundos, com uma parada para transferência a cada 50 metros. O tempo de espera pelo passageiro será reduzido, além de contar com a opção de entrada dupla no piso térreo, melhorando a facilidade de acesso em grandes edifícios.

O sistema Multi também promete oferecer uma movimentação mais rápida e confortável, quando comparado a elevadores de alta velocidade que, limitados pela pressão que exercem sobre o corpo humano, geram desconforto quando a velocidade do elevador supera os 10 metros por segundo.

Requisitos

Mesmo que a altura ideal para a implantação do sistema seja de 300 a 600 metros, seu uso não é restrito a esses padrões. Sem depender de nenhum tipo de cabos, com um sistema de trava multinível e transferência de energia indutiva do poço do elevador para a cabina, o Multi requer eixos de 6 metros quadrados. Isso significará uma considerável economia de custos para a indústria da construção civil.

O aumento da eficiência também resultaria em um menor número de escadas rolantes e poços de elevadores adicionais, aumentando em até 50% o espaço útil dos empreendimentos, e consequentemente a rentabilidade das construtoras. 

“O primeiro sistema de elevadores sem cabos do mundo poderá permitir que o setor de construção enfrente os desafios da urbanização global”, declarou a companhia, que acredita que chegamos ao fim da era dos elevadores com cabos.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Samsung ultrapassa rivais e deve ser a primeira a terminar sede futurista


Uma nova competição está em andamento entre as gigantes mundiais da tecnologia – embora isso não tenha relação direta com a produção de novos produtos para os consumidores. Com a Apple construindo seu campus em forma de espaçonave, a Google adquirindo novas instalações nos arredores de sua sede em Mountain View e o Facebook contratando o famoso arquiteto Frank Gehry, as empresas lutam para fazer seu próprio “escritório do futuro”.

Enquanto as empresas citadas acima se esforçam para adiantar seus próprios projetos, parece que a Samsung America está prestes a passar a perna em todas elas e vencer a corrida na surdina. De acordo com a NBBJ, a empresa que desenvolveu as ambiciosas novas instalações da companhia, o novo campus para as operações de semicondutores da coreana deve ser concluído em julho deste ano.



Com uma área aproximada de mais de 63 mil metros quadrados, a nova sede norte-americana da Samsung será localizada em San Jose do Norte, no estado da Califórnia, e deve contar com 600 funcionários distribuídos entre os departamentos de pesquisa e desenvolvimento e de vendas. Embora o tamanho seja consideravelmente menor que o do novo prédio da Apple, que poderá abrigar 14.200 trabalhadores após o término da sua segunda fase de construção, o design da estrutura da coreana deve trazer um diferencial para a região.

Meu escritório, meu jardim

O novo prédio contém uma torre feita de várias pequenas construções de dois andares empilhadas umas sobre as outras e totalizando de 10 pisos – algo anormalmente alto para o local. Antes que você questione o porque de não fazer simplesmente um edifício de 10 andares, saiba que localizado separando cada conjunto de dois pisos está uma área verde sem paredes, de forma que a estrutura estará cheia de pequenos parques para os funcionários.

O centro da torre principal deve envolver um pequeno pátio e possui conexões com os prédios menores adjacentes, tudo por meio de passarelas transparentes. As laterais das construções menores serão cobertas de folhagem e seus tetos contarão com coberturas de painéis solares, um design que, segundo a NBBJ, tem como objetivo mantem os empregados o mais conectados possível ao mundo natural do lado de fora.

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Paris 2050: confira uma projeção verde para a capital francesa

Paris é uma referência na Europa, com sua arquitetura espetacular e cultura rica. Até mesmo jogos como Assassin’s Creed tomaram a cidade como inspiração de enredo, por tamanha beleza. Mas estamos em novos tempos, com novas ideias, que, sejam elas viáveis ou não, são interessantes de se conhecer.

Cidades verdes e ecologicamente sustentáveis estão em pauta há um bom tempo, e uma hora ou outra vemos alguns projetos ambiciosos de projeções arquitetônicas para o futuro. O arquiteto Vincent Callebaut imaginou uma capital francesa em 2050 toda coberta de vegetação e autossustentável em moldes futurísticos. Confira na galeria abaixo toda a criatividade de Callebaut:

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Isso é Paris?

O projeto todo é audacioso, transformando Paris em uma cidade mágica ou extremamente futurista. A verdade é que a metrópole ficou irreconhecível na versão imaginada pelo arquiteto, perdendo sua característica de “museu vivo”. Contudo, os gostos e padrões de beleza são discutíveis, diferente da sustentabilidade que o projeto oferece.

A Paris de 2050 de Vincent Callebaut traria consigo todos os benefícios de uma cidade verde, como reaproveitamento da água das chuvas, controle de temperatura natural, produção de energia solar, edifícios capazes de gerar sua própria eletricidade com o movimento do rio, produção local de comida, parques suspensos etc.

Há uma infinidade de vantagens, além da preservação do meio ambiente e redução drástica da poluição. Atualmente, um projeto como esse é impossível em Paris por conta de leis que protegem edifícios históricos. Naturalmente, legislações podem se adaptar às novas ideias e necessidade humanas. Contudo, apesar de a possibilidade existir, 2050 parece uma estimativa um tanto otimista para algo tão drástico.

2050 sustentável: realidade ou otimismo?

Sustentabilidade não sairá dos holofotes do mundo, já que provavelmente nossas próprias necessidades nos obrigarão a adotar uma forma de vida mais verde. Há prós e contras, e não necessariamente cidades sustentáveis vão se parecer com a imaginação de Callebaut. Talvez seja possível conciliar a beleza única de Paris com os conceitos verdes sem tirar a identidade da cidade.

E você, está no time dos otimistas, que querem viver em cidades assim dentro de algumas décadas, ou do lado dos céticos, que não esperam ver em nosso ciclo de vida projetos como esse saírem do papel?

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Antes e depois: veja a mágica da natureza na primavera e no outono

Quando chega a temporada de outono no hemisfério Norte, com ela vem as transformações da natureza. Marcantes na estação poética e melancólica, as folhas das árvores se tornam mais vermelhas e gradualmente caem, os animais preparam-se para hibernar e o sol fica tímido e recatado.

Tamanha beleza atrai turistas para regiões como o Nordeste dos Estados Unidos e o Leste da Europa. Fotógrafos profissionais e amadores adoram clicar as mudanças das paisagens e jardins nesses países.

Veja abaixo algumas das melhores fotos que mostram a vegetação antes e depois do outono. As imagens provam que existe beleza também em épocas mais frias do ano. Inspire-se!


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sábado, 18 de abril de 2015

Obras de arte entram na moda do "selfie"

Artista vira hit na internet com série de fotos


A diretora de arte Olivia Muus teve uma ideia criativa, e um tanto quanto inusitada, quando visitou a Galeria Nacional da Dinamarca, em Copenhage. A artista pediu para a amiga Sophie Hotchkiss posicionar um celular em frente a um dos retratos famosos, e fotografou para dar a impressão de que a personagem histórica tinha aderido à moda do selfie.

A brincadeira deu tão certo, que a série de fotos de Olivia viraram hit na internet, e originaram o Museu das Selfies. "Tirei a foto de brincadeira e gostei de ver como uma coisa simples como essa pode mudar o caráter das pinturas e dar um significado completamente novo às suas expressões faciais".

Veja algumas das imagens e divirta-se imaginando o que cada personagem pensaria da sua própria selfie.


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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Ilustrador brasileiro cria arte que interage com fotos de desconhecidos no Instagram


Lembra dos desenhos do Johan Thornqvist, que interagiam com o cenário envolvente? As ilustrações dão vida em situações cotidianas e um look divertido a cada foto, como mostra o projeto “Photo Invasion“, do ilustrador brasileiro Lucas Levitan, que vive em Londres. No caso, após selecionar algumas imagens de desconhecidos aleatoriamente no Instagram, o artista cria desenhos que invadem e interagem com a fotografia.


Com isso, criam-se então novas e divertidas histórias para as cenas em que estão inseridas, que fluem com a imaginação do artista. As fotos, na verdade, são “roubadas” de usuários do Instagram e todo o projeto acaba promovendo as contas daqueles que cederam involuntariamente suas imagens.

Muitas fotos, que têm um tom poético ou artístico, perdem toda a seriedade com os desenhos de Levitan, que com seu olhar apurado, elabora as mais inusitadas cenas. Dá uma olhada:


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